Tem coisas na vida que nos assustam, muitas na verdade, mas talvez a maior delas seja a morte. Por mais que a pessoa seja forte ou diga que não a teme, quando ela chega é sempre um choque. Perder alguém na verdade é um choque, não sei dizer se pelo horror de uma vida interrompida ou pela saudade que sempre ficará.
A morte assusta por vários motivos, primeiro pela incerteza do que há após ela, depois porque a pessoa que se viu viva, falando, rindo, chorando, ...vivendo, está ali, imóvel para sempre, longe do convívio de todos aqueles que conheceu, e nunca voltará, aquelas palavras que não foram ditas, jamais serão, de repente aquela briga não faz mais nenhum sentido, aquela desculpa nunca será pedida e aquela cobrança não tem significado.
Mas o que mais espanta, é quando a morte é muito prematura. Quando a pessoa tem 100 anos ou é portador de alguma doença fatal, e morre, a gente de certa forma está mais “preparado”, não que isso faça alguma diferença na dor que se sentirá, mas parece algo mais... natural? Já quando a pessoa é jovem, é tão estúpido que isso aconteça, não é natural que uma pessoa jovem e saudável morra, afinal se espera tanto dela ainda, ela tinha tanto a realizar.
Isso nos joga bruscamente contra a parede da vida, vemos o quanto frágeis somos, que não podemos deixar pessoas pra depois e, sobretudo, vemos o que temos de maior valor.
As pessoas não são preparadas para a morte e nunca vão estar, nós seguimos nossa vida como se fossemos imortais, deixando tudo pra depois, ignorando que de uma hora para a outra podemos estar abandonando nossos planos, sonhos e principalmente entes queridos. Mas também como seria caótico se vivêssemos a espera da morte, sem planos, sem sonhos, sem apego a nada nem ninguém, ou nós nos mataríamos em poucos dias, ou enlouqueceríamos de vez.
A maior ironia em tudo isso é que, a morte faz parte da vida.
A morte assusta por vários motivos, primeiro pela incerteza do que há após ela, depois porque a pessoa que se viu viva, falando, rindo, chorando, ...vivendo, está ali, imóvel para sempre, longe do convívio de todos aqueles que conheceu, e nunca voltará, aquelas palavras que não foram ditas, jamais serão, de repente aquela briga não faz mais nenhum sentido, aquela desculpa nunca será pedida e aquela cobrança não tem significado.
Mas o que mais espanta, é quando a morte é muito prematura. Quando a pessoa tem 100 anos ou é portador de alguma doença fatal, e morre, a gente de certa forma está mais “preparado”, não que isso faça alguma diferença na dor que se sentirá, mas parece algo mais... natural? Já quando a pessoa é jovem, é tão estúpido que isso aconteça, não é natural que uma pessoa jovem e saudável morra, afinal se espera tanto dela ainda, ela tinha tanto a realizar.
Isso nos joga bruscamente contra a parede da vida, vemos o quanto frágeis somos, que não podemos deixar pessoas pra depois e, sobretudo, vemos o que temos de maior valor.
As pessoas não são preparadas para a morte e nunca vão estar, nós seguimos nossa vida como se fossemos imortais, deixando tudo pra depois, ignorando que de uma hora para a outra podemos estar abandonando nossos planos, sonhos e principalmente entes queridos. Mas também como seria caótico se vivêssemos a espera da morte, sem planos, sem sonhos, sem apego a nada nem ninguém, ou nós nos mataríamos em poucos dias, ou enlouqueceríamos de vez.
A maior ironia em tudo isso é que, a morte faz parte da vida.

4 comentários:
bah dedé nem sei oqe dizer
jah perdi amigos e entes qeridos
realmente eu nao to preparado par morte e axo qe ningem tah preparado tbm
mais faze oqe neh mais cedo ou mais tarde ela vai xega pra todos
como diria o tibas "só duas coisas sao certas na vida o chifre e a morte"
hehe
belo texto debora
bjs
"Better you than me!" - Pedestre de GTA San Andreas
eh verdade a morte vem quando menos se espera e mesmo quando jah c espera por ela, eh um choque quando ela chega...=/
bjossss
Com eu te disse "as poucas fpalavras que fazem muito", não adianta dizer milhões de coisas que não ajudam e não dizem nada. Um texto direto com um sentimentalismo levando a realidade.
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