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sábado, 24 de fevereiro de 2007

Aqui jás o Amor


E vamos a caça do assassino! Do assassino do amor. Quem matou o amor? Ah! Tu não sabias? Puxa, sinto muito. Mas tu andavas meio desinfamado, hein? Ou acaso achavas que este que anda a solta é ele? Mas de forma alguma.
O amor não é falso, tampouco interesseiro. Pois esse que anda a solta, é falso, e muito, ora vejam, pois se diz chamar amor! O amor não tem interesses escusos, o amor não se importa com status, o amor não aparece só para uma “trepada” ou uma seqüência delas, o amor não vive de aparências, e também não se diz existir em 30 segundos. Esse que está ai não é ele, esse se diz “amor” mas ama por dinheiro, por status, por sexo.
Já o amor, eu pouco o conheço, mas sei que ele é incondicional e verdadeiro. Um dia talvez eu venha a me retratar por essas palavras, por que hoje ainda é cedo.
“Quem matou o amor?” É o que tu deves estar te perguntando. Tu não sabes? Não sabes mesmo? Ora não me faça rir! Quem mais seria senão nós! Não é do instinto humano amar. Amar é arte, evolução, mas nós, nós estamos regredindo, lembram-se? Instinto é isso que nós vivemos hoje, um instinto aprimorado tenho eu confessar, digamos que, adaptado a nova era. Nós voltamos a “caçar” os “poderosos” para fins de reprodução da espécie, para fins de “sobrevivência”, já que hoje sobreviver realmente não é fácil nessas selvas-de-pedra, e ficará cada vez mais difícil.
Para uma sociedade que tudo é moda, tudo é aparência e o que conta é a superfície fica meio difícil mesmo, pois o amor é interior, é beleza interna, é arte, meditação, lágrima e sorriso verdadeiros, é verdade, é entrega, é muito mais do isso, pois ele não pode ser sintetizado em tão poucas e simples palavras. Mas tudo isso já caiu de moda, é démodé, só é usado por poucas pessoas retrós, assim como eu (e talvez você leitor).
Portanto escravos da “moda” (vejam bem q não estou falando de roupas, acessórios, etc...), pra vocês eu dou os meus pêsames. E peço não usem “eu te amo” como o novo “bom dia”.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

Simplesmente

Necessário, necessário mesmo não é.
Necessário é muito pouco
Necessário é só
Necessário é tão pouco...
Mas é, suficiente.

Do que necessitamos mesmo?

De quem?

Não diga nada, nem ninguém.

Necessite, peça, queira mais e...
sinta falta.
Pense.Valorize.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

A jardineira


Ao longo da minha vida eu fui encontrando sementes, sementes de rara qualidade, não foram muitas eu admito, mas foram poucas e boas. E as plantei, cada uma em um pote, e cuidando com muito carinho elas foram se desenvolvendo, ficando lindas. A essas pequenas arvorezinhas eu dediquei muito do meu tempo, eu reguei, de atenção, eu podei tantas vezes quanto foi necessário para que elas se desenvolvessem fortes, eu confiei. Mas não pense que a atenção não era recíproca, por que era, elas me ouviram, me aturaram e me acompanharam ao longo da minha vida em todos os momentos.
Um belo dia, o tempo foi passando, e chegou a nós. O tempo veio levá-las de mim.
Eu disse ao tempo: - Tempo não as leve de mim. Eu me dediquei tanto para que durasse toda minha vida. Eu reguei, eu podei, eu realmente cuidei. Eu admito tempo que teve vezes que eu quis por tudo a perder, por raiva, mas tempo, eu jamais pus. Eu tive raiva e mágoa como qualquer um. Eu magoei, mas eu me retratei. Não me deixe sozinha.
Simplesmente com o olhar o tempo me disse: “Presas nesses potes elas nunca vão crescer, elas não vão se desenvolver e dar frutos. Não é isso que você quer, é?”.
Tive que admitir, ele estava certo.
Mas ele continuou: “Porém não se preocupe, eu as plantarei no caminho de sua vida. Elas não vão estar aqui sob seus cuidados. Por que vão aprender a se desenvolver sozinhas, assim como você vai. Mas a sua vida ainda passará pela delas diversas vezes”.
Eu tive que me conformar, tive que aceitar. O tempo passou rápido e as levou. Mas, o que me consola é que, elas estarão sempre na estrada da minha vida.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Valentine's Day

Ontem dia 14 de fevereiro, foi internacionalmente o Dia dos Namorados, ou Valentine’s Day. O que é o dia dos namorados não é? Por que na verdade é uma data muito especial para todos os casais do mundo, os eternos namorados que hoje em dia são casados, ou os futuros que ainda vão namorar e ainda estão só se encontrando, e claro os namorados mesmo.
Pensando a respeito disso eu percebi que não há o “Dia dos Casados” ou “Dia dos Amantes”. Então percebi que o tal namorar é muito importante, talvez tenham inventado esse dia como se fosse o “Dia dos Apaixonados”, por que talvez o namoro seja isso, a essência de tudo, o começo cheio de paixão e empolgação. Tudo começa pelo namoro, e é por marcar o começo que é tão lembrado, e também por poder enquadrar muito mais gente né? Enquadra os casados, os amantes, os namorados, alguns “ficantes”.
O Dia dos Namorados só é ruim mesmo pra quem está solteiro, pra quem vai ficar lá sem ser lembrado, aliás, sendo lembrado apenas por si mesmo como solteiro, solitário e carente que está. Por que é fato que nessa época (no nosso caso 12 de junho) bate uma carência em todo mundo que está solteiro, assim como há uma agitação em quem não está. Há aqueles que sempre se dizem muito felizes por estarem sozinhos, gostam de passar uma imagem de “auto-suficiência”, mas não, ninguém é tão forte que resista ao encanto romântico do Dia do Namorados.
Na verdade eu acho que não existe “auto-suficiência”, a “auto-suficiência” na verdade é orgulho, é ego ferido, é não querer parecer frágil e humano, como todos nós, pobres homens, somos. Seja por mágoa de alguém que perdeu ou largou, seja por aparência, seja por medo...Por que o ser humano é naturalmente dependente, é dependente de apoio, de carinho, de atenção, o ser humano tem um lado emocional tão frágil e tão inconstante que precisa sempre de alguém pra “remediar” isso, pra suprir isso que não é possível sozinho, pra acalmar na inconstância, pra afagar na fragilidade, para liberar e conter ao mesmo tempo as emoções do outro. Por que afinal não existe sentimento sozinho, assim como a emoção não tem graça na solidão. A vida só tem graça com companhia. Afinal vivemos em sociedade não é mesmo?
Então para celebrarmos a dependência uns dos outros, para lembrar o que nos trouxe até aqui (pelo menos a maioria de nós), ou seja, a paixão, por que nós nascemos da paixão, para que celebremos o amor, e para que aqueçamos o mercado consumidor com nossos presentes existe o Dia dos Namorados.
Como não seriamos seres tão passionais, se da paixão nascemos?

Vivam sem medo seus sentimentos, abram seus corações, emocionem-se.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Tempos Modernos

Lulu Santos - Tempos Modernos

Eu vejo a vida melhor no futuro
Eu vejo isto por cima do muro de hipocrisia
Que insiste em nos rodear
Eu vejo a vida mais clara e farta
Repleta de toda satisfação
Que se tem direito
Do firmamento ao chão
Eu quero crer no amor numa boa
Que isto valha pra qualquer pessoa
Que realizar
A força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade
Pra dizer mais sim do que não, não não
Hoje o tempo voa, amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
Que não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo o que há pra viver
Vamos nos permitir


Quem nos dera se os tempos modernos em que vivemos fossem assim. A hipocrisia continua, junto com nosso egoísmo que cada vez mais nos consome num narcisismo incontestável. Com toda essa informação existente hoje ninguém está nem aí para o que acontece no mundo. A vida está cada vez mais escassa e as pessoas mais insatisfeitas, mesmo aquelas que tem “tudo”. E estão cada vez menos sinceras, querendo parecer o que não são, querendo parecer tão seguras e satisfeitas, quando na verdade só o que existe é aparência. Por que nós estamos vivendo na era da aparência. Sinto informá-los, mas o amor está entrando em extinção.

Preserve-o. Enquanto há tempo.

Eu desejo a todos nós Tempos Modernos, porém que sejam os do LULU.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Mal Intendidos

Já paramos para pensar na causa de alguns problemas nossos?
Principalmente se tratando de problemas de relacionamento, seja ele amizade, casamento, namoro...
A verdade é que, muitos deles são por mal-entendidos. Quantas vezes você não teve bem certeza do que ouviu, ou não teve bem certeza do sentido ou da intenção daquilo que ouviu??
Muitas?
Sabe-se lá se você tivesse perguntado “Como assim?”, isso não faria diferença, ou teria evitado uma briga.
Agora, quantas vezes você deixou de falar o que sentia ou o que pensava por medo ou por vergonha?
Isso teria feito diferença, esclarecer para a pessoa teria a feito sair da dúvida, teria feito as coisas tão mais fáceis talvez. Talvez se existisse explicação sincera as coisas não se complicassem tanto em “joguinhos” e tudo fosse mais fácil e mais rápido. Mais sincero.
Mas a verdade é que a gente tem medo, tem medo do que vão pensar, tem medo de expor suas “fraquezas”, de que riam, simplesmente tem vergonha. Mas lá sentimentos são fraquezas?? Mas lá ter dor é vergonha? Vergonha é rir da dor do outro estando com uma igual ou maior escondida.
A gente é livre, deveria ser pelo menos, pra falar o que quiser, mas vive se contendo por medo da opinião alheia. E é essa opinião alheia que nos mostra o quanto estamos pouco evoluídos, não evoluímos o bastante pra compreendermos uns aos outros, pra aceitar idéias, pra olhar sentimentos alheios sem achar ridículo.Não que eu seja a favor, é claro, de uma superexposição, até por que isso é ridículo. Mas vocês devem entender do paradoxo que eu estou falando, que falar o que pensa ou sente não é gritar ao vento. É simplesmente não perder a oportunidade de falar quando ela aparece, por que pode fazer muita diferença, pode adiantar coisas, esclarecer...
Então o que eu quis dizer foi, não vamos deixar que uma simples pergunta, uma dúvida, ou meia dúzia de palavras que não foram ditas, se transformem num problema, numa briga ou numa confusão.
Vamos usar da nossa liberdade, vamos simplificar as coisas, vamos falar meia dúzia de palavras sinceras!
Ser feliz é o que importa.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

É hora de refletir

Ontem dia 05 de fevereiro, eu assisti a um filme, um filme chamado Zuzu Angel. Cujo tema central não era a vida desta estilista que levou o nome da moda brasileira para o mundo, mas sim os terríveis acontecimentos de uma época de terror no país, uma época que era proibido pensar, opinar, conhecer, ensinar, sonhar, era proibido sonhar com ideais que não que não fossem os do governo, era proibido sonhar com ideais sociais, era proibido pensar e difundir a liberdade, era proibido opinar, já que opinar é um ato livre, que pode ser contra como a favor, era proibido conhecer e ensinar a respeito doa grandes filósofos, dos mártires da liberdade.
Era um tempo em as pessoas eram condicionadas a aceitar a força o que era imposto pelo governo, e essa foi a DITADURA MILITAR, um nome que a gente ouve nas histórias contadas nos documentários bárbaros da TV, nas histórias dos nossos pais e avós, e talvez nem de muita importância (apesar que eu sempre fui fascinada por essas histórias), não acredite muito nos horrores que aconteciam com os que lutavam pela liberdade, pela democracia, liberdade essa que nós vivemos, que muitos de nós ganhou de graça. Mas de fato elas aconteciam, e eu digo isso aqui para quem não sabe ainda saber, essa liberdade nós temos hoje foi às custas da vida muitos filhos revolucionários, ou subversivos como os militares e os pró-ditadura costumavam chamá-los, irmãos, irmãs, primos, pais, avós, amigos, que lutaram por todos nós, que foram humilhados, torturados e condenados sem serem julgados, e muitos nem seus corpos tiveram a oportunidade de ter um ritual fúnebre, por que morriam de tanto serem torturados com eletro-choques, surras, afogamentos com água ou dióxido de carbono, depois se serem abusados, terem partes do corpo arrancadas. Depois de tanta tortura o corpo jamais poderia aparecer seria a prova clara de que todos os boatos que rolavam a respeito eram verídicos, e jamais a “maravilhosa” Ditadura poderia ter sua credibilidade posta em risco e exposta como vilã dessa forma.
Mas tudo isso que eu disse além de ter a intenção de informar, ainda tem o intuito de fazer com que valorizemos nossa liberdade de expressão, e gritemos contra tudo e todos, façamos justiça aos que morreram por nós, por que se hoje nós podemos protestar contra o mensalão e outros (coisa que vergonhosamente não ocorreu) foi graças a milhares de pessoas corajosas que deram a vida pelo sonho de liberdade. E se hoje nós podemos votar e escolher quem nos representará, que o façamos com responsabilidade e sabedoria. Que ouçamos as músicas que temos vontade e que leiamos os livros que quisermos, por que hoje, nós podemos. Nós podemos inclusive escrever um texto “subversivo” como este.



Este texto é dedicado a minha Vó, que me conta até hoje as historias da época.

domingo, 4 de fevereiro de 2007

AÇÃO DO HOMEM PREJUDICARÁ O CLIMA POR MAIS DE UM MILÊNIO

O homem alterou o clima e suas crescentes emissões de dióxido de carbono e outros gases provocarão um perigoso aumento da temperatura da Terra, além de transtornos meteorológicos como freqüentes ondas de calor, furacões ou secas, que serão sentidas por mais de um milênio.
Estas são as principais conclusões anunciadas nesta sexta-feira em Paris pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês), que publicou um relatório preocupante sobre o futuro que aguarda o planeta caso não sejam adotadas as medidas adequadas.
O texto, o quarto publicado pelo organismo da ONU, alerta que a Terra experimentará no século XXI um aquecimento global de 1,8 a 4 graus Celsius, com uma elevação do nível do mar entre 18 a 59 centímetros e a intensificação de devastadores fenômenos meteorológicos.
Segundo os quase 500 cientistas do IPCC, reunidos em Paris durante uma semana, o aquecimento do planeta se deve, com 90% de probabilidade, às emissões de dióxido de carbono e outros gases que causam o efeito estufa provocada pela mão do homem.
O IPCC afirmou ainda que as emissões passadas e futuras de CO2 continuarão contribuindo para o aquecimento global e a elevação do nível dos mares durante mais de um milênio, levando em consideração sua permanência na atmosfera.
O informe deste importante grupo de especialistas, que deve pautar nos próximos cinco anos as decisões dos governos em termos de meio ambiente, é o mais alarmante dos elaborados até agora pelo IPCC, por deixar claro que o aquecimento global é uma realidade causada quase que com toda certeza pela ação do homem.
"O aquecimento global é um fato e é realmente forte. Tudo o que nos cerca, os oceanos ou a diminuição da neve, comprova este fenômeno", declarou o especialista francês Jean Jouzel.
Se os países não adotarem os meios para reduzir a poluição da atmosfera, a temperatura média pode aumentar até 6,4%. Este percentual é uma média, o que significa que existirão enormes diferenças entre regiões e zonas mais castigadas que outras, como os pólos, que sofrerão importantes degelos.
Além disso, com o aumento da temperatura da Terra, também subirá o nível da água. Todo isto provocará alterações climáticas inesperadas e terríveis como ondas de forte calor, inundações cada vez mais freqüentes, ciclones tropicais, tufões e furacões provavelmente mais intensos e comuns, a diminuição dos recursos de água potável, secas severas e o desaparecimento de importantes superfícies férteis.
Estas transformações obrigarão milhões de pessoas a abandonar suas casas e o número de refugiados do clima será superior ao de refugiados de guerra, alertam alguns especialistas.
O aumento de 40 centímetros no nível dos oceanos significará que 200 milhões de pessoas terão que abandonar suas casas e locais de moradia, acrescentaram.
O informe explica ainda como a concentração de dióxido de carbono na atmosfera causa o efeito estufa.
Atualmente, a concentração de CO2 na atmosfera é de 380 partes por milhão, contra 270 partes por milhão (ppm) registradas em 1750. Segundo o IPCC, em hipótese alguma pode chegar a 550 ppm.
Em números globais, em cinco anos, as emissões de CO2 passaram de 6,4 bilhões de toneladas para 7,2 bilhões, o que demonstra que a comunidade internacional está longe de mudar seu comportamento.
O IPCC, criado em 1988 pela ONU e a Organização Meteorológica Mundial com o objetivo de servir de mediador entre os cientistas e os governantes, é provavelmente a voz mais respeitada no assunto e tem por missão advertir os líderes mundiais.
Diante das previsões desalentadoras, os cientistas esperam que a comunidade internacional apresente uma resposta vigorosa e unida que leve à continuidade do Protocolo de Kyoto, destinado a reduzir as emissões de dióxido de carbono, cuja primeira fase expira em 2012. No entanto, este protocolo ainda não foi ratificado pelos Estados Unidos, o maior poluidor mundial.
De acordo com a organização ecológica Greenpeace, o informe do painel intergovernamental aciona o "sinal de alerta" necessário para impulsionar os governos à ação.
"Se o último relatório do IPCC, em 2001, nos fez acordar, este é um sinal de alerta. A boa notícia é que nossa compreensão do sistema climático e do impacto humano melhorou, a ruim é que nosso futuro parece muito perigoso", afirma a organização em um comunicado.
Atualizado em 02/02/2007 - 13h40m
Fonte:
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,AA1443338-5598,00.html

Eu sei que deveria ser um texto de minha autoria apresentado aqui, mas devida a importância e a urgência do assunto em questão eu tomei a liberdade de pegar emprestado uma reportagem. Eu sei que parece ser uma coisa repetitiva, toda hora todo mundo falando em “efeito estufa isso”, “efeito estufa aquilo” mas é que o problema é tão sério, é tão urgente que eu diria q muita gente foi pega de surpresa (por mais incrível que pareça). É muito mais incrível do que a causa e o resultado já sabidos por nós. É ver que tem países que ainda se acham no direito de questionar a verdade irrevogável dos fatos, que ainda brincam de duvidar da veracidade dos relatórios ambientais, por que? Deve ser por que eles são o primeiro e o segundo maiores poluentes individuais da atmosfera, deve ser por que vai lhes custar muito do seu precioso dinheiro, ou deve ser por que eles preferem um planeta sem condições existenciais a diminuírem sua produção industrial e “cair no ranking dos poderosos”. Mas eu me pergunto, que direito eles tem de ferrar com o nosso planeta? Eu pergunto também, por acaso o planeta é mais deles do que nosso? Por que eles se acham no direito de não zelar pelo que é de todos?
Esse planeta é de todos nós, TODOS, e estamos vendo dia a dia q esta mais do que na hora de todos fazermos a nossa parte, se não por nós, pelas futuras gerações que vão viver num planeta doente.
Como eu mesma disse a um grande amigo um dia desses: “Nosso planeta esta com febre, e essa infecção é causada pela bactéria ser humano”.

sábado, 3 de fevereiro de 2007

Welcome to Never Land


Já pensou em qual é a batalha que o ser humano vive travando?? Não? Então pense.
Eu pensei, e conclui que vivemos lutando contra a natureza, a gente luta a todo custo, mesmo que inconscientemente, contra nós mesmos e nossos instintos mais primitivos, mas principalmente contra o tempo, ou vai dizer que você nunca pensou: “Quando eu era criança parecia que o tempo custava tanto a passar” ??
Pois é, e foi pensando nisso que eu observei que, não fosse a nossa briga contra o tempo, os cremes anti-rugas não venderiam tanto, a gente não viveria stressado, apesar que o stress é conseqüência da velocidade dos meios de transporte e comunicação estar cada vez maior. E estando cada vez mais atentos ao entretenimento “digital” e ao mercado de trabalho nós nem percebemos o tempo passar e tudo de bom que vai ficando pra trás, as coisas mais bobas, mais simples e menores coisas lindas da vida que passaram. Mas a briga contra o tempo que eu me referia era a de não querer que o tempo passe, não querer envelhecer, adquirir mais responsabilidades, perdes as boas mordomias da vida. Quem não gostaria de voltar a infância vez ou outra?
Mas felizmente ou infelizmente do ciclo da vida ninguém escapa, ou melhor, nada, tudo que é vivo passa por ele. E por mais que a gente corra contra ele, cedo ou tarde ele vem e nos atropela, nos obrigando o segui-lo.
Bom seria se a pudéssemos fugir para a Terra do Nunca, e por lá ficar vivendo a melhor fase de nossas vidas eternamente. Mas aí vem a dúvida, como sabemos qual a melhor faze da vida? Pois é, só vivendo pra saber.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Pq só se tem inspiração na dor?

Acho q não tem graça de escrever da felicidade em si, a felicidad em si já é a graça, só tem graça “esmiuçar” aquilo q não tem motivo pra ser belo, aquilo q é naturalmente belo ninguém vai procurar mais nada, agora aquilo q é “feio”, alguma qualidad tem q ter, já q é feio. É oq todo mundo pensa, já oq é bonito é o contrario… pq como todo mundo sab nada é perfieito, cada coisa tem sua qualidad e seu defeito.
Por exemplo: a felicidad tem o defeito de não ser tão inspiradora, qndo a pessoa tah extremamente feliz não escreve droga alguma, alias, até escreve mas nada como uma letra de musica ou um bom poema. Talvez pq não se tenha motivo pra escrever.
Já a dor,q é aquela merda federal, (mas não falo de uma dor total, não me refiro a uma grande depressão, mas sim uma dorzinha por menor q seja) é inspiradora, parece q a dor traz a pessoa toda a lucidez q ela não tinha qndo estava em êxtase de felicidade, traz a tona tudo q ela não via, e derrepente as menores coisas, comparadas aquela dor se tornam lindas e inspiradoras. Mtu curioso, não?