
E vamos a caça do assassino! Do assassino do amor. Quem matou o amor? Ah! Tu não sabias? Puxa, sinto muito. Mas tu andavas meio desinfamado, hein? Ou acaso achavas que este que anda a solta é ele? Mas de forma alguma.
O amor não é falso, tampouco interesseiro. Pois esse que anda a solta, é falso, e muito, ora vejam, pois se diz chamar amor! O amor não tem interesses escusos, o amor não se importa com status, o amor não aparece só para uma “trepada” ou uma seqüência delas, o amor não vive de aparências, e também não se diz existir em 30 segundos. Esse que está ai não é ele, esse se diz “amor” mas ama por dinheiro, por status, por sexo.
Já o amor, eu pouco o conheço, mas sei que ele é incondicional e verdadeiro. Um dia talvez eu venha a me retratar por essas palavras, por que hoje ainda é cedo.
“Quem matou o amor?” É o que tu deves estar te perguntando. Tu não sabes? Não sabes mesmo? Ora não me faça rir! Quem mais seria senão nós! Não é do instinto humano amar. Amar é arte, evolução, mas nós, nós estamos regredindo, lembram-se? Instinto é isso que nós vivemos hoje, um instinto aprimorado tenho eu confessar, digamos que, adaptado a nova era. Nós voltamos a “caçar” os “poderosos” para fins de reprodução da espécie, para fins de “sobrevivência”, já que hoje sobreviver realmente não é fácil nessas selvas-de-pedra, e ficará cada vez mais difícil.
Para uma sociedade que tudo é moda, tudo é aparência e o que conta é a superfície fica meio difícil mesmo, pois o amor é interior, é beleza interna, é arte, meditação, lágrima e sorriso verdadeiros, é verdade, é entrega, é muito mais do isso, pois ele não pode ser sintetizado em tão poucas e simples palavras. Mas tudo isso já caiu de moda, é démodé, só é usado por poucas pessoas retrós, assim como eu (e talvez você leitor).
Portanto escravos da “moda” (vejam bem q não estou falando de roupas, acessórios, etc...), pra vocês eu dou os meus pêsames. E peço não usem “eu te amo” como o novo “bom dia”.
O amor não é falso, tampouco interesseiro. Pois esse que anda a solta, é falso, e muito, ora vejam, pois se diz chamar amor! O amor não tem interesses escusos, o amor não se importa com status, o amor não aparece só para uma “trepada” ou uma seqüência delas, o amor não vive de aparências, e também não se diz existir em 30 segundos. Esse que está ai não é ele, esse se diz “amor” mas ama por dinheiro, por status, por sexo.
Já o amor, eu pouco o conheço, mas sei que ele é incondicional e verdadeiro. Um dia talvez eu venha a me retratar por essas palavras, por que hoje ainda é cedo.
“Quem matou o amor?” É o que tu deves estar te perguntando. Tu não sabes? Não sabes mesmo? Ora não me faça rir! Quem mais seria senão nós! Não é do instinto humano amar. Amar é arte, evolução, mas nós, nós estamos regredindo, lembram-se? Instinto é isso que nós vivemos hoje, um instinto aprimorado tenho eu confessar, digamos que, adaptado a nova era. Nós voltamos a “caçar” os “poderosos” para fins de reprodução da espécie, para fins de “sobrevivência”, já que hoje sobreviver realmente não é fácil nessas selvas-de-pedra, e ficará cada vez mais difícil.
Para uma sociedade que tudo é moda, tudo é aparência e o que conta é a superfície fica meio difícil mesmo, pois o amor é interior, é beleza interna, é arte, meditação, lágrima e sorriso verdadeiros, é verdade, é entrega, é muito mais do isso, pois ele não pode ser sintetizado em tão poucas e simples palavras. Mas tudo isso já caiu de moda, é démodé, só é usado por poucas pessoas retrós, assim como eu (e talvez você leitor).
Portanto escravos da “moda” (vejam bem q não estou falando de roupas, acessórios, etc...), pra vocês eu dou os meus pêsames. E peço não usem “eu te amo” como o novo “bom dia”.


